A notícia na íntegra | por Gláucia Lima

domingo

9

outubro 2016

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Campanha de Donald Trump entra em sua maior crise desde o início da corrida eleitoral

Por , em Internacional

A menos de um mês das eleições presidenciais dos Estados Unidos, a campanha do candidato Donald Trump entra em sua maior crise desde o início da corrida eleitoral. Dezenas de líderes do Partido Republicano têm retirado o apoio à sua candidatura e fazem pressão para que ele renuncie e dê lugar ao candidato a vice-presidente da chapa republicana, Mike Pence. Donald Trump afirmou que não vai renunciar.

A crise coincide com a realização, na noite de hoje (9), de um debate entre os presidenciáveis, um dos momentos mais esperados da corrida eleitoral para a presidência dos Estados Unidos. O debate entre Donald Trump e a candidata do Partido Democrata, Hillary Clinton, ocorrerá na Universidade de Washington, na cidade de Saint Paul, estado de Missouri. O debate será moderado pelo apresentador Anderson Cooper, da CNN, e deverá alcançar recorde de audiência em transmissão ao vivo de eventos políticos nos Estados Unidos.

A retirada do apoio ao candidato republicano começou depois que o jornal The Washington Post divulgou, na última sexta-feira (7), um vídeo de 2005 em que Donald Trump faz referências às mulheres usando palavras vulgares e com conotação sexual machista.

No vídeo, ele se gaba de conquistar e fazer sexo com mulheres. O vídeo capta uma conversa entre Donald Trump e o apresentador de rádio e televisão Billy Bush. A conversa dos dois foi gravada dentro e fora de um ônibus que os levou para o local da filmagem de um episódio do Days of Our Lives (Dias de Nossas Vidas), uma das novelas mais antigas da televisão norte-americana.

Donald Trump fez os comentários sem saber que estava sendo gravado. “Você sabe, eu sou automaticamente atraído pela beleza, eu simplesmente começo a beijá-las. É como um ímã. É só um beijo. Eu nem espero”. Trump diz ainda na gravação. “E quando você é uma celebridade, elas deixam você fazer isso. Você pode fazer qualquer coisa”. A parte mais mais vulgar da gravação é o momento em que Trump se refere ao órgão sexual feminino. “Você pega [as mulheres] pela (…) e pode fazer qualquer coisa”.

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