A notícia na íntegra | por Gláucia Lima

domingo

16

julho 2017

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Sobre ficar sem o outro de uma hora pra outra

Por , em Opinião

Deve ser mesmo muito estranha a sensação de ficar sem o outro de uma hora pra outra. Eu me refiro às pessoas de bem, pais e mães de família, jovens no auge da vida produtiva, crianças ou idosos, que perderam a vida para criminosos armados, que hoje não se conformam apenas em subtrair um carro, celular ou joia, levam também, o bem mais precioso que temos que é a vida.

Entre as centenas de vidas perdidas, cito Gisella Mousinho, Máximo Augusto, o PM Cândido, e Mica.
Eu que nunca passei por isso, penso que além de estranho, a dor é bem mais difícil de ser aliviada. Nunca, nunca cessa.
Imagino eu a situação da mãe ou da companheira de Mica, como é receber uma mensagem de ‘vou ali trabalhar’ e horas depois outra dizendo: ela levou um tiro de um bandido e está a caminho do hospital.
E da amiga Tamara quando lá de dentro da LIGA ouviu um estampido e, ao sair pra saber o que houve viu o marido morto, jogado ao chão.
Não, não me conformo.
E sinto muito por tudo, pelos amigos, pelos filhos, pais, mães, irmãos e irmãs, esposos,
esposas e namorados que ficam.
Resta pedir a Deus que nos proteja porque @robinsonfaria já provou que não está nem aí pra isso.

O governo ‘mata a gente’ todo dia.

GL

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