A notícia na íntegra | por Gláucia Lima

sexta-feira

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dezembro 2017

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Suspeito de engravidar a própria filha de 12 anos é preso no interior do RN

Por , em Policial

Um homem de 48 anos foi preso nesta quinta-feira (30) sob suspeita de ter estuprado e engravidado a própria filha, quando a garota ainda tinha 12 anos de idade. O crime aconteceu na cidade de Nova Cruz, no Agreste potiguar.

De acordo com o delegado José Carlos, que comanda a Delegacia Regional de Nova Cruz e realizou a prisão, as investigações tiveram início em 2015. A vítima, já casada e com 17 anos naquela época, contou ao marido o que havia lhe acontecido e ele procurou a polícia.


O delegado informou que o suspeito começou a abusar da filha quando ela tinha 10 anos. “Ele começou a contar histórias pra ela, de pais que se relacionavam com os filhos, colocando coisa na cabeça da menina”, afirma José Carlos.
O homem se aproveitava dos momentos em que estava sozinho com a menina em casa e a levava para uma área de mato no quintal da residência, na zona rural da cidade. “Ele a ameaçava de morte, para que não contasse nada a ninguém”, conta o delegado.
Aos 12 anos a garota engravidou do próprio pai. “Quando a barriga começou a crescer, ele inventou uma história que a menina arrumou um namorado na rua e que o filho era desse namorado”, revela José Carlos. Já no final da gravidez, a garota contou à mãe o que havia ocorrido, contudo nenhuma providência foi tomada.
Depois que o bebê nasceu, relata o delegado, o suspeito viajou até Natal e deu a criança para pessoas ainda não identificadas.
Outra vítima
Uma irmã mais velha da menina abusada contou à Polícia Civil em depoimento que, também quando tinha 10 anos, sofreu investidas do pai. “Ela disse que, aos 13, para se livrar do assédio, arrumou um marido e saiu de casa”, disse José Carlos.
Ao todo, a família é composta por seis irmãs. As demais negaram à polícia que tenham sofrido qualquer abuso do pai. Segundo o delegado José Carlos, a mãe das garotas também será ouvida, visto que tomou ciência da situação durante a gravidez e não denunciou o caso.

G1 RN

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