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Inmetro atualiza regras de eficiência para geladeiras; veja o que muda

Novas regras para a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), aplicadas aos refrigeradores, entraram em vigor com o objetivo de tornar as informações sobre eficiência energética mais claras e rigorosas. As alterações, estabelecidas pelo Inmetro, visam alinhar o mercado brasileiro aos padrões internacionais e estimular a inovação tecnológica no setor.

A mudança mais visível para o público é a simplificação das classes de eficiência. O modelo que utilizava as subclasses A+, A++ e A+++ para diferenciar os aparelhos mais econômicos, foi descontinuado.

Em seu lugar, a nova etiqueta adotou apenas três classes principais: A, B e C. Essa reestruturação reflete o banimento de produtos com baixos índices de eficiência (antigas classes D, E e F), que não poderão mais ser comercializados sob as novas diretrizes do Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE).

Rigor técnico e padrões internacionais

A atualização não é apenas visual, mas envolve uma revisão profunda dos métodos de teste. Esse movimento garante que os dados apresentados na etiqueta brasileira sejam comparáveis globalmente e reflitam com precisão o gasto energético dos aparelhos em condições reais de uso.

Além da letra que indica a classe de eficiência, o consumidor deve manter a atenção ao dado de consumo mensal em kWh. Essa informação é fundamental para estimar o impacto do eletrodoméstico na conta de luz ao final do mês.

A etiqueta continuará informando detalhes técnicos essenciais, como o volume dos compartimentos de alimentos frescos e do congelador, além da temperatura mínima atingida pelo equipamento, facilitando a comparação entre modelos de diferentes tamanhos e marcas.